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quarta-feira, 13 de maio de 2026
Mostra Coletiva de Artes
Primeira Mostra Coletiva de Artes Plásticas fica aberta até 19 de novembro
O Museu Barão de Mauá, localizado na Vila Guarani, está com uma nova exposição. Assim como todas as atividades, a exposição é gratuita e fica aberta ao público até o dia 19 de novembro.
A 1° Mostra Coletiva de Artes Plásticas, conta com 34 itens, entre quadros, telas de pintura digital, fotos e esculturas, cujo principal objetivo é valorizar o trabalho dos artistas da região. O projeto tem como curadora Luciana Senhorelli, junto a toda equipe do museu e a direção de Dulce Paulino.
Entre todos os objetos expostos, há quadros e peças de Yasushi Kojima, artista conhecido em Mauá e região. Imigrante japonês chegou à cidade há mais de 60 anos e é dono de uma fábrica de porcelanas na região. Além de suas obras, encontram-se também as de sua esposa, Moryo Kojima e de seu irmão Fernando Kojima.
Outros trabalhos que estão na exposição são os de Cecília Camargo, Naldo Moura, Alexandre López, Ivan Simão, Rodrigo Creper, Carol Montovani, Madame Nagô, Roger Campos, Carolina Fôlego, Marks, Rosa Maria Galvão da Paz, Mônica Antico, Rubens Cavalcanti da Silva, Cristiane Carbone, Sandra Rodrigues, Daniela López, Daniela Marton, Raquel de Moura Viener, Elza Panhoto, Rhaylander, Eunice Pasionnot, Zilda Maria Zani e Cleide Sebastião.
O museu fica aberto de segunda à sexta, das 9h às 16h e aos sábados, das 10h às 15.
SERVIÇO
1° Mostra Coletiva de Artes Plásticas
Data: Até 19 de novembro de 2016
Local: Museu Histórico Barão de Mauá
Endereço: Avenida Dr Getúlio Vargas, 276, Vila Guarani.
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Igreja Nossa Senhora do Rosário
I
Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Suite representada através de colagem e acrílico mostra a obra iniciada em 1713 e ficando inacabada por falta de recursos pelos escravos da Irmandade dos Homens Pretos da Barra do Sabará, Minas Gerais; os quais a construíram e pararam. Foi construída gratuitamente por trabalhadores negros.
Essas irmandades eram organizações sociais de leigos católicos que praticavam a fé e a caridade. Cada irmandade tinha o seu santo padroeiro. As irmandades dos homens pretos têm normalmente como santa de devoção Nossa Senhora do Rosario, porém existem outras como as Irmandades dos Homens Pretos de São Benedito, de Santa Efigênia, de São Sebastião etc. São famosos os santos do congado.
Negros livres e escravos se reuniam em torno da devoção a Nossa Senhora do Rosário e podemos afirmar que essas irmandades foram de muita importância no movimento abolicionista do Brasil, porque faziam articulações no movimento para auxiliarem libertos na inserção social.
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